Piano
Maria Isabel Mendonça
Natural de Seia, iniciou os seus estudos musicais, no Conservatório de Música de Seia, em piano, em 2003, frequentando as classes dos professores Ludovina Fernandes, Tatiana Yakimova e Hugo Passeira. Na mesma instituição, desde 2006, começou também a aprender violino, integrando as classes dos professores João Mendes e Luís Gomes.
A partir de 2010, passou a frequentar o Conservatório Regional de Coimbra, na classe da professora Tatiana Yakimova, onde concluiu o curso complementar de piano com a classificação final de 20 valores.
Participou no Concurso de Piano do Colégio São Teotónio, em 2011, e no Concurso de Piano Florinda Santos, em 2012, onde obteve o 2.º e 3.º lugares, respetivamente. Como solista, realizou concertos no Centro Cultural de Belém, no âmbito dos “Dias da Música” dedicados a J. S. Bach, em Lisboa, e no Pavilhão Centro de Portugal, em Coimbra.
Concluiu, com distinção, em 2017, o Mestrado Integrado em Arquitetura, pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. Terminou, em 2019, a sua Licenciatura em Performance – Ramo Piano e Teclas, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, tendo integrado a classe dos professores Madalena Soveral e Luís Filipe Sá. Desde 2018, tem exercido regularmente a atividade de pianista acompanhadora (Escola Profissional da Serra da Estrela, Conservatório de Música de Seia, ESPROARTE, Conservatório de Música de Gondomar).
Em 2023, realizou um Estágio de Aperfeiçoamento Interpretativo em Música Contemporânea, em Seia, que teve como formadores o compositor Jaime Reis e a maestra Rita Castro Blanco.
Desenvolve atividade musical e criativa no âmbito da música de raiz tradicional, tendo o piano, o violino e a voz como instrumentos de eleição. Fundou, assim, conjuntamente com César Prata, o grupo “Ningue Ningue”, que editou os discos “Ningue Ningue” (2020) e “No Paço e no Terreiro” (2022). Participou nos espetáculos de teatro e música “Labirinto” (2018), com encenação de Graeme Pulleyn, direção musical de César Prata, produção do Teatrão (Coimbra); “Teias & Odisseias” (2023), encenação de Graeme Pulleyn, direção musical de Ricardo Augusto, produção da Cem Palcos (Viseu); “Anda lá pra adiante q’eu atrás de ti não vou” (2024), criado em coautoria com a atriz Ana Madureira, com direção artística de Graeme Pulleyn e Joana Pupo, produção da Cem Palcos.